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A polimerização por meio de luz pulsada
A polimerização designa um processo químico levando a matriz ou a resina a se solidificar de maneira irreversível.
A tecnologia de polimerização por meio de luz pulsada criada pela empresa Eurofeedback oferece enfim uma solução alternativa à tecnologia tradicional a base de lâmpadas ao mercúrio.
As vantagens da luz pulsada são muitas :
A baixa radiação no espectro infravermelho minimiza o aquecimento do suporte,
A partida e a parada instantânea da lâmpada eliminam a fase de preaquecimento,
O travamento da freqüência de disparo dos flashes com a velocidade de passagem do alvo é fácil,
As lâmpadas ao Xenônio emitem muito pouco ozônio, e como o rendimento energético das mesmas é melhor do que as lâmpadas ao mercúrio, é possível reduzir as unidades de ventilação,
Os tubos ao Xenônio não contêm mercúrio, estes secadores serão então conformes às futuras regulamentações,
A emissão sendo feita por meio de pico de energia altíssimo e um tempo muito curto, estes secadores podem polimerizar grandes espessuras,
O espectro é repartido de 200 nm a 900 nm de forma contínua, existe então uma boa interação com os fotoiniciadores e conseqüentemente a influência dos pigmentos é baixa.
Entre as aplicações da polimerização, podemos citar as artes gráficas (offset, serigrafia) bem como a polimerização de colas e de vernizes UV.
Um pouco de teoria
Por definição, a radiação Ultravioleta, no ar, se situa entre 180 nm e 400 nm. Esta faixa espectral se decompõe da seguinte maneira :- os UV-C que são compreendidos entre 180 nm e 280 nm,- os UV-B que são compreendidos entre 280 nm e 315 nm,- os UV-A que são compreendidos entre 315 nm e 400 nm. Várias fontes a plasma são capazes de emitir dentro desta faixa espectral tais como as lâmpadas a arco, as lâmpadas ao mercúrio e as lâmpadas flash ao xenônio.
A vantagem destas últimas é sem dúvida o rendimento energia luminosa / energia elétrica, devido a uma baixa radiação infravermelha (somente 5 a 10%).
Como comparação, uma lâmpada ao mercúrio precisa de calor para que este se transforme em vapor e neste caso, a energia perdida em radiação infravermelha é na ordem de 50 a 60%. Existe uma correlação entre a temperatura do plasma e a repartição da energia nas diversas faixas do espectro. Assim, a luz do dia corresponde à emissão de um corpo preto levado a uma temperatura de 5500°K como o mostra a figura abaixo.

Podemos constatar que nesta temperatura, a emissão abaixo de 400 nm é muito fraca. A modificação da repartição da energia no espectro para aumentar a geração de UVs necessitará então temperaturas de plasma superiores. Estas últimas serão compreendidas entre 8 000 e 11 000 °K. Este aumento é « facilmente » obtido mudando alguns parâmetros do gerador tais como a duração do impulso do flash e a amplitude da corrente na lâmpada. Para um modelo de gerador definido, estes parâmetros são ajustáveis eletronicamente, o que facilita a procura dos parâmetros corretos para a aplicação e o alvo a ser tratado.
Alguns de nossos geradores são concebidos para fornecer o máximo da energia deles nas faixas UV-A e visível, e neste caso as aplicações procuradas serão mais aquelas da polimerização.
Outros são previstos para fornecer o máximo da energia deles em torno dos 400 nm com uma forte proporção nos UV e os UVC. Estes últimos serão mais destinados à descontaminação ou a esterilização.
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